quarta-feira, 31 de outubro de 2007

How do U funk the system?

Dupla em ação na abertura da festa de 10 anos da Caros Amigos

Toda quarta, deixam a Vila Madá pra lá de Super

Prestes a tocar na Motherfunk vs Wi_Funk no sábado, o DJ Alquimix fala sobre a (r-)evolução do (((Funk The System))) e os atuais projetos, que junto ao DJ Wash, balança pistas e chill-outs de festas e festivais Brasil adentro com um jeito bem único, criativo e cheio de grooves sortidos. É nítida a missão da dupla, que bebe na fonte dos mandamentos funk da música de James Brown - energia positiva, rítmo frenético e o despertar da consciência coletiva a partir da festa, do baile...

_Discompasso - Conte sobre o ecletismo que vocês abrangem nas discotecagens. Será assim na Motherfunk vs Wi-Funk? DJ Alquimix - Sim. Nosso projeto busca ter uma amplitude dentro do Eixo de Grooves e Funk. Passamos por diversas épocas, estilos e lugares. Reispeitando as Tradições e criando o Novo. Estamos felizes de se apresentar na Motherfunk vs Wi-Funk, q tem este perfil representado nos 2 projetos. Pra gente o importante é sacar o lugar, e fazer um Som que comungue com a Filosofia e vibe do local, mas sempre apresentando um contraponto novo.
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_Discompasso - Através de seu grande envolvimento com a cena de chill-outs, como você tem percebido a importância deste espaço nas raves Brasil à fora? DJ Alquimix - Fundamental, principalmente nas festas de mais de um dia. É um espaço de vital importância para balancear a energia das Festas. E as pessoas já perceberam isto. Hoje já temos uma Cultura nesse sentido no Brasil, que evoluiu bastante, e ainda tem muito mais pela frente. Mas ouso dizer que pelo menos do ponto de vista Sonoro, o Brasil ocupa uma posição privelegiada na cena planetária.
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_Discompasso - Qual é a missão do Funk The System? DJ Alquimix - A 'missão' é divulgar o trabalho e pesquisa sonora Groove Funk e promover uma série de atitudes que colaborem para o amadurecimento e conexão da cena Groove Brasil, para apartir disso gerara intercâmbio com a cena Planetaria. Cuidar, fazer crescer o movimento Groove Funk.
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_Discompasso - A Super JAM é sua primeira residência em São Paulo? Como estão as expectativas? DJ Alquimix - Da Dupla (((Funk the System))) sim. As expectativas, as melhores SEMPRE! Estamos tranquilos. Estamos trabalhando muito, fazendo bem nossa parte. O resto vem com o Tempo e por merecimento. Nosso foco é trazer música diversa e de qualidade, par um público que tem interesse nisso e vive buscando isso.
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Motherfunk vs Wi_Funk @ Hole Club
Sábado, 3/11, a partir das 23h
Line-up: TiM ADaMs, DuDdão MeLo, (((FUNK THE SYSTEM))), DJ MaRmiteX vs DaNiel CoZtA; VJs VAI VENDO + B-Boy Feijão & Crew + Alexei M. teclado-live (BPM/B.H.)
PREÇOS: R$ 12,00 (M VIP até 1h)LISTA VIP-AMIGA = 10 pratas (repply us)
HOLE CLUB (R. Augusta, 2203, 3086-1083, próx. à AV. Paulista)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Renato Cohen descola TOP-5 de disco underground !!!


Como os fãs já aguardavam, Renato Cohen em set de disco music foi um ABSURDO na última Discology!!! O top producer de techno mostrou muita inspiração em fortes linhas de baixo e cozinha rítmica swingada com BPMs por volta de 125, até que "acelerados" considerando que é disco music e festa de clássicos, né?


Ele não parou de dançar um só segundo... além da pista, que estava bem cheia e quase cega com a nova iluminação non-sense do Vegas!!! Foi uma noite especial, como todas Discology sugerem ser... O prof. Fernão Ciampa tava apavorando nas projeções de imagens de capas de discos com seu coletivo Embolex. =P


Sem muito saber do que saiu do sound system -além dos hits "Rock It" (Herbie Hancock) e "I Feel Love" (Dona Summer), pedi ao Cohen um top-5 do que ele aprontou. Ele, que disse ter dado uma comprimida no áudio das faixas antes da apresentação, foi super legal e mandou:


1 Airto Fogo "Tuesday in Jackson"

2 Class Action "Weekend" **

3 Rinder & Lewis "Anger"

4 Players Association " I like it"

5 John Davis and The Monster Orchestra "I Can't Stop"

** Dá para ouvir esta no blog da Clau Assef, residente da festa ao lado do Camilo! Aqui: http://rraurl.uol.com.br/blogs/tododjjasambou/275/Renato_Cohen_e_a_disco_music

Instituto Moreira Sales é o canal !!!

Já é!!! Boa parte das músicas disctutidas/ouvidas nas aulas do prof. Ricardo Castro, "Música Popular do séc. XX", se encontram no site do Instituto Moreira Sales. O forte do acervo é a música brasileira. Jazz e blues, acho que não rola.

>>> www.ims.com.br <<<

Valeu ao JEDAI. A dica foi dele =P

Enquanto a Anhembi não disponibiliza material auditivo na WEB e o professor teima em não abrir mão do seu material, este é um dos caminhos pra gente se virar...
O blog está aberto para mais boas como esta!!!

www.anhembi.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Quem é o Semiotic, você ainda não sabe?


Depois de compartilhar seus breaks rebolantes e seu wonky-techno hilário na última Discompasso, o Semiotic bateu um papo aqui com o blog!!! Saiba mais sobre a cena que o cerca e veja acima, fotos dele em ação na bagunça de sexta passada, no Bar do Alemão. Quem perdeu, perdeu.... Mais fotos (e fatos) em breve!!!

1) DISCOMPASSO - Como surgiu a idéia do nome Semiotic? Tem alguma relação com a ciência das linguagens, a Semiótica?

SEMIOTIC - Sim, na verdade o nome surgiu da Semiótica. É uma matéria que tive na faculdade, no curso de publicidade, e que me fascinou muito, por lidar com as interpretações de símbolos, signos, e as diferentes percepções do ser humano sobre tudo que o rodeia. Daí até a associação com a música e suas percepções foi um pulinho, hehe.

2) DISCO. - Quais DJs e produtores foram os seus principais "educadores"? Que festas que você mais frequenta (ou frequentava)? Como é a cena de wonky techno de São Paulo, dá pra falar algo a respeito?

SEMI. - Os maiores nomes do wonky estão espalhados na Europa, e dentre os que mais me inspiram estão o Jerome Hill (criador do wonky techno), Michael Forshaw, Cannibal Cookibg Club, Carsten & Recall 8... são muitos, e o legal é que todos eles tem uma amizade muito forte, e uma receptividade muito boa também... Mantenho contato com praticamente todos os nomes que fazem a cena mundial, e digo que este é um diferencial bem bacana, o Wonky em si é muito aberto, muito amigável. Lá fora tenho bastante apoio também do Trevor Wilkes, do Canadá, que divulga muitas das minhas músicas e meus sets também, ao lado de nomes como Mahatma, por exemplo. Aqui no Brasil não temos uma festa específica de wonky, nossa cena é muito nova aqui. Sou o único cara do Brasil que faz live pa de wonky e meu irmão, o Dj Outsider, é um dos únicos que fazem dj set. nós lutamos pra apresentar esse som e seu conceito em vários tipos de festas diferentes, no geral, festas e raves de techno tem sido bastantes parceiras nesse sentido, mas ainda falta muito para termos uma cena sólida, que encorage novos djs.

3) DISCO. - Você chegou a discotecar antes de montar o live? Como, na real, surgiu o projeto? Em quais clubes você se apresentou com o Semiotic?
SEMI. - Me formei disc jockey pela Fieldzz records em 2002, tocando drum´n´bass, depois de 2 anos comecei a tocar hardcore techno e gabba, que é uma vertente muito rápida e pesada. Em 2005 me vi um pouco encurralado a continuar discotecando, porque o preço dos vinis importados era(e ainda é) muito alto, então decidi que ao invés de "comprar", eu iria "fazer" minhas próprias músicas. No final do ano de 2005 conheci o som do Jerome Hill, que estava morando aqui no Brasil, e também foi quando o Michael Forshaw veio tocar na TEMP, e eu conheci o som dele, e decidi que seria isso que eu iria pesquisar e produzir... meses depois conheci pessoalmente o Jerome Hill, que me deu uma força também. Hoje, com um ano de meio de projeto, já me apresentei em festas como A.13!, Planeta Tech, Snootech, Lov.e, Churrastechno, Play (Anhembi Morumbi), Descontrol, Juke Joint, Toy Lounge, Artigo 288, dentre outras...

4) DISCO. - No concurso PLAY, da Anhembi (que você levou merecidamente o prêmio - o 2o lugar), vi você fazer scratchs. Como você vê a relação do techno com o hip hop e o breakbeat?
SEMI. - Ah, o hip hop sempre foi uma paixão, desde pequeno. Porém eu participei mais ativamente da cultura hip hop no graffitti, em meados de 2001. Como o som já fazia parte também do nosso cotidiano, arriscando uns passos de break, assim que eu peguei o meu primeiro toca-discos a reação foi tentar um scratch. Gosto bastante de treinar em casa, e usava muitos scratchs também quando tocava DnB, hoje em dia faço um ou outro pra matar saudade, porque o live me toma muita atenção (rsrs)

5) DISCO. - Qual é mesmo o seu set-up atual? Porque montou assim?

SEMI - Cara, falar do meu setup é difícil, porque a história foi bem longa... Quando decidi tocar eu já tinha meu PC a alguns meses, porém ele não tinha a mínima preparação para a música, e como eu não tinha (e ainda não tenho, rs) recursos financeiros para ter um laptop, levava minha CPU e um monitor de 17" toda vez que ia tocar. Depois de vários perrengues (inclusive no Play, onde passei apertado com meu equipo) decidi deixá-lo mais prático e personalizei ele. Hoje tenho o que eu chamo de 'Pobretop', que nada mais é que uma mini CPU com um monitor LCD parafusado (não, o monitor de 17" antigo não era LCD!) e uso também um controlador midi da M-audio, além de um manche de vídeo-game e uma máscara de pintura com um microfone adaptado. Hoje estou com um set-up bem mais confiável, mas nada exorbitante... não passa de um PC igual ao que todo mundo tem em casa, só que rodando o Ableton Live. :)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Bolso de música!

O fino do fino do fino...



O que esperar de um site/projeto audiovisual que promove música para ver e vídeos para ouvir??



E "que quer produzir uma apresentação "ao vivo" onde ela provavelmente não aconteceria - ou, se acontecesse, onde não haveria uma câmera para registrá-la"?



Descobri há algumas semanas mas ainda não me joguei a fundo...



http://www.musicadebolso.com.br/

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Sétima edição já está rolando no boca-boca!!!


A Discompasso 7, que rola sexta agora, já está espalhada em cartazes pelo Campus Morumbi.
Clique nele e se informe, assim como as pessoas estão fazendo nas paredes.
Entre amanhã e quinta rola o aguardado II Mercadão Morumbi (moda & design) lá dentro do galpão e a Discompasso estará marcando presença, claro. Faço meu set na quinta, às 21h... E antes, o Hello Dali toca às 18h. É isso, semana agitada!!! Vale lembrar que na sexta a Discompasso acontece fora do Campus - logo atrás.
Discompasso vol.7 @ Bar do Alemão
Sexta, 19/10, a partir das 18h
Entrada LIVRE
R. Santo Arcádio, 113, Brooklin (logo atrás do
Campus Morumbi da Anhembi)

sábado, 13 de outubro de 2007

DUB/LADO vale a pena!


No mínimo, é bem divertida a proposta do novo projeto DUB/LADO, encabeçado pelo inquieto multi-instrumentista Thiago Lester. Ele conseguiu reunir Thiago Duar (Araruna Nujazz), Rafael Pimenta (Expresso Monofônico) e Tales Mafrinato nas guitarras para uma espécie de remix ao vivo. A estréia rolou há duas semanas na 5a Aumentada do Campus Morumbi da Anhembi.

No reverberante galpão, Lester assumia a batera e disparava o seu baixão pré-gravado no laptop bem no clima reggae/dub. E a ciência (des-)construtiva do dub também marcava presença nos improvisos dos músicos que tocavam sobre longos samples disparados no PC (de Michael Jackson à Eminem, só o over do pop).

Poderia ser qualquer outro grupo de cover... Mas com criatividade e desencanação de fórmulas, o projeto foi além - quase que sem pretenções na verdade. Misturou linguagem pré-programada da cultura DJ/LIVE PA com banda ao vivo - e que banda! E sem vocais (!!!), contou com a dublagem quase teatral de ninguém menos que Meu Nome é Carlos.

Vida longa a projetos tão criativos como esse!!!

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Mudanças na Discology vs Quebrada!!

O aniversário de dois anos das festas no Vegas não terá mais a figura lendária Larry Heard, que aqui celebramos o anúncio de sua vinda...
Porém... mais um line-up nacional pra lá de instigante. Além dos residentes Camilo Rocha, Claudia Assef: Renato Cohen, DJ Hum e Oscar Bueno. Nas imagens, o crew de VJs Embolex. RENATO COHEN, um dos mestres do techno brasileiro, vai mostrar suas influências com direito à muito disco music!!!

A DISCOLOGY foi criada há quatro anos por Camilo Rocha e Claudia Assef. Depois de passar por Bop e Lov.e jogou sua âncora no Vegas. A idéia da noite é resgatar toda a boa música da pista de dança dos anos 70 aos 90, da acid house à disco, do rock ao hip hop, do electro ao tecnopop. Nesse tempo, a festa teve o privilégio de ter nos seus line-up o que poderia ser definido como um Dream Team da discotecagem brasileira de todos os tempos: nomes como Marky, Murphy, Patife, Snoop, Mau Mau, Grego, Vadão, Pet Duo, Zegon já vieram mostrar suas antiguidades nas nossas pick-ups.

Na pista de baixo funciona a QUEBRADA, que se consolidou como uma das noites mais ecléticas do país. Seu foco é a nova música eletrônica de qualidade, seja electro, breakbeat, techno, new rave, house etc.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

PARABÉNS DISCOLOGY vs QUEBRADA!!!!!!!!!


Altamente recomendável é o encontro das festas Discology e Quebrada, que comemora 2 anos de sábados mensais no Vegas, em outubro. Eu, que acompanho a Discology desde as primeiras edições no extinto bistrot da Vila Madá (hoje Studio SP) e no Lov.e, aprendo muuuuito a cada edição com os DJs-jornalistas residentes Camilo Rocha e Claudia Assef.



Desde a festa de lançamento do livro "Todo DJ Já Sambou", da Clau, os clássicos das pistas ganharam uma tremeeeeenda importância em minha vida e em meus sets !!! É sempre único ouvir Mau Mau, KL Jay, Marky, Gregão, Murphy, Andy, Snoop, Zegon, Renato Lopes, Anderson Soares, entre infinitos outros, em sets especiais!!!

Quando penso em chamar DJs para minhas festas, sempre procuro propor algo do tipo... Inclusive, o duelo da Motherfunk com a Wi-Funk bebe total nesta fonte!!!!



Viva a revolução dos beats!!!!!!



A comemoração marcada para 13 de outubro terá LARRY HEARD (foto), isso mesmo O PAI DA DEEP HOUSE, autor de "Can You Feel It", MR. Fingers!!! A emoção é tão grande que me bloqueia para escrever mais...rs.. então, deixo aqui o link de uma matéria recente que fiz e tem algumas infos do Heard e afins:






Enquanto não cheeeega o aguardado dia 13/10, neste sábado agora (29/9) tem a edição de setembro. O gringo da vez é o DJ-jornalista JONTY SKRUFFF, que em sua segunda visita ao Brasil vem mostrar um set empolgante na DISCOLOGY (bar do Vegas), rico em referências e sons, acumulados em anos de experiência como jornalista, DJ e pesquisador musical. Em seu boletim semanal, o inglês faz um mix único de notícias de música, baladas, sexo, drogas e política... e é hoje a leitura preferida de gente que vai de Chemical Brothers e Larry Tee.


E na pista da QUEBRADA (basement do Vegas) junto com Camilo... diretamente de Brasília, a inusitada dupla DELTA W., com suas distorções, aspiradores, máscaras e muita batida quebrada e minimal!


DISCOLOGY vs QUEBRADA volume 24

29/9/07 - SÁBADO - 23 horas

Line-up: Camilo Rocha, Clau Assef, Jonty Skrufff (UK) e Delta W (DF)

VEGAS - Rua Augusta, 765, tel 3231-3705

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Araruna Nujazz para fãs de improvisos e fusões

Sexta, 17/08 rola mais uma Discompasso versão 'pocket' no Loveland... Desta vez comigo e o residente Dudão Melo, o grupo Araruna Nujazz. Conheci o quarteto através do Thiago Duar com quem estudo. Seja como DJ, produtor ou guitarrista, Duar é muito aberto e sem preconceitos, curte experimentar estilos, timbres e etc.

No Araruja, estão com ele Guimão (baixo acústico), Telônios da Garoa (bateria e percussão) e Yuri Garfunkel (flauta transversal). Quem ouviu as mixagens de Duar na Discompasso 2, sabe que pode aguardar grande coisa de sua banda, que tem como base o improviso livre e propõe a mistura de elementos do jazz, música modal, ritmos afro-brasileiros e texturas eletrônicas.

Loveland Bar & Cabaret (Rua Pequetita, 205, 3044.1613, Vila Olímpia)
A partir das 22h, R$10 de couvert (Visa, Mastercard, Redeshop e Dinners)http://www.loveclub.com.br/

terça-feira, 24 de julho de 2007

Rumo ao PURI com a WI-Funk...



Depois de duas edições no 8 Bar - maio e junho -, o projeto Wi-Funk encontrou uma madrasta na noite, a Motherfunk, e logo se juntaram para festões (aka mini-festivais do groove) no Hole Club...

Mesmo assim, os DJs Felicio Marmitex e Daniel Cozta e os VJs Vai Vendo continuam querendo um clima intimista para suas novidades lado-B!!!

Então: mais Wi-Funk... desta vez no charmoso boteco do amigo e DJ Bispo, o PURI, também na Augusta!

Nesta quarta, 25/7, muita música boa, diferente de tudo o que rola por aí... eletrônica, downtempo, dub, eletrofunk, experimentos pop, new funk, IDM, abstract hip hop, barulhos e frequências: O CARDÁPIO DE ESTILOS É TÃO VARIADO QUANTO O DO RESTAURANTE!

>>> Ouça e entenda o espírito da 'Conexão' Wi-Funk na entrevista/set do Marmitex na rádio UOL, programa DJ Mix: http://radio.musica.uol.com.br/djmix/2007/05/17/ult4145u303.jhtm

>>> Ainda nesta semana, o seu podcast Taken By Surprise estréia edição Wi-Funk no Rraurl.com - fique antenado...

Quarta - 25/07 - 22h
Puri (Rua Augusta - 2052 - em frente ao Cine Sesc, 3062.4429)
Preço - R$ 10,00 entrada ou R$ 15,00 consumação.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Motherfunk vs Wi-Funk @ Hole Club


Pela 1ª vez, as festas Motherfunk e Wi-funk invadem a Augusta com história e renovação do Funk

Motherfunk vs Wi-funk I
Sábado, 14 de Julho, a partir das 23h
..Line-up: TIM ADAMS, DUDÃO MELO, FELICIO MARMITEX e DANIEL COZTA
H/M R$ 12,00; c/ flyer ou lista R$10,00 (nomes p/wi.funked@gmail.com)
Hole Club (Rua Augusta, 2203, Jardins, SP, 3086-10830
Apoio: Superjazz, Motronic Netlabel, Rádio Mix Brasil
RELEASE:

Após um ano de silêncio, a festa Motherfunk volta à ativa para continuar com o resgate dos clássicos do pai dos ritmos dançantes modernos: o Funk. Desta vez, os residentes Dudão Melo e o canadense Tim Adams vão dialogar com a Wi-Funk, projeto novo dos DJs Felicio Marmitex e Daniel Cozta, então agregando as novas tendências do Funk. Pela 1ª vez juntas, as festas unem forças e vão invadir mensalmente o Hole Club, na tradicional rua Augusta. Sábado agora, dia 14 de julho, é a estréia da parceria.

Influência decisiva a partir da década de 60, o Funk foi fundamental tanto para o surgimento do Rap e da cultura Hip Hop, como para a criação da Disco e da Música Eletrônica. A idéia dos DJs nesta nova empreitada é mostrar para diversos públicos como o Funk vem evoluindo de geração em geração… e não perdeu seu espírito de vírus altamente contagiante. A música de hoje reflete essa influência e as pistas de dança nunca foram tão negras, ecléticas e funkyadas. A Wi-Funk tem o olhar mais eletrônico, enquanto a Motherfunk é mais orgânica e tradicional.

A Motherfunk ficou conhecida com seu lema "Funk para o século XXI" em diversas edições no Centro (Hotel Cambridge) a partir de 2005 quando Dudão e Tim receberam respeitados DJs como Nuts, Zégon e KL Jay (Racionais MC's) no comando dos clássicos. Já a Wi-Funk, que aposta na revolução digital da música e na expansão deste vírus pela Internet – wi-fi conectando o Funk… daí o nome – , nasceu em 2007 no intimista 8 Bar para Marmitex e Daniel (DJs de Minimal House em grandes pistas) mostrarem seus sets "lado-B" com muito de Abstract Hip Hop, New Funk, Electrofunk, Breaks e Funky House.

CURIOSIDADE:

A união dos projetos também faz referência às pioneiras festas da cena Northen Soul, surgidas no início dos anos 70, no norte da Inglaterra, onde a música levava as pessoas a dançarem por noites e dias inteiros ao som da mistura explosiva de Funk, Soul e Jazz, promovida por mitológicos DJs que garimpavam raridades em compactos de 7 polegadas, que chegavam a custar centenas de libras. Daí veio o termo Rare Grooves. Qualquer semelhança com as atuais festas, raves e outros festivais de música não é mera coincidência… A rua Augusta vai ferver!!!

DJS:

Dudão Melo lida com música underground há mais de quinze anos. Filósofo e com formação de piano clássico, trabalhou no mercado fonográfico com a gravadora Trama e com selos como Samba Louco e Batida Sossegada. Atualmente desenvolve os projetos SuperJazz e SP Jazz Rebels, dois coletivo de DJs, músicos e produtores paulistanos e já tocou ao lado de nomes internacionais como King Brit, Osunlade, Jazzanova, Lauryn Hill, Ben Harper e Llorca.

Tim Adams é canadense e um dos fundadores da Nujazz Productions, teve seu próprio club no Canadá, onde pode trabalhar e tocar com grandes nomes da black music contemporânea como Kebi Darge, The Roots, Grand Master flash, Cut chemist, Giles Peterson entre outros.

Felicio Marmitex anda atacando com vários projetos ecléticos e conceituais na noite, além de colaborar com veículos da cena (Rraurl, Portal Skol Beats, Nokia Trends Web, Revista Beatz). Fã da diversidade da cena, entrevista DJs semanalmente no programa “Super Bacana Deejays”, na rádio do Portal Mix Brasil. Leva cultura para universitários com a festa Discompasso, atrás do campus Morumbi da Universidade Anhembi, onde estuda produção musical.

Daniel Cozta atravessa um bom momento com seu selo virtual Motronic no ar, e diversas apresentações em clubs, incluindo a abertura da festa com Carl Craig na The Week, e do festival canadense Micro-Mutek na Pacha.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Discompasso vai ao Loveland em edição pocket!!!




É com muito orgulho que venho aqui convidar todos para a edição pocket da Discompasso no LOVELAND. Neste sábado, dia 1 de julho - duas semanas após a Discompasso 3 -, eu, Marmitex, e a banda Expresso Monofônico vamos tocar no renomado bar cabaret a convite da noite Jazzsteps, do DJ Dudão Melo!!!




Conheci o Expresso Monofônico este ano, através de um show deles na "5a Aumentada", evento que ajudei a promover dentro do Galpão de Eventos do Campus Morumbi, da Anhembi. Estudo produção musical na sala de um dos integrantes, o Rafael Pimenta, que me apresentou sua banda tropicalista.




Eles nunca tocaram na Discompasso original, porque só rolam DJs comigo ali no Bar do Alemão... mas a hora da expansão musical da festa chegou!!! Da minha parte, vou levar meus discos de downbeats, jazz-funk experimental e afins... Vai perder???




R$10 de entrada (Visa, Mastercard, Redeshop e Dinners).


Rua Pequetita, 205, 3044 1613, Vila Olímpia.




quarta-feira, 20 de junho de 2007

Ópera Eletrônica???


Estou super curioso pra saber como vai ser esta ópera eletrônica, festa-espetáculo... Interpretação do DJ Mau Mau ao lado do maestro Fabio Gomes para a clássica Guarani!!!!
Será difícil passar indiferente por esta experiência multimídia. Aproveitei o clima de expectativas e entrevisto em meu programa Super Bacana Deejays desta semana o VJ Jóca, que vai fazer as imagens pra pista do evento.
Ouça às 15h de quarta, ou as reprises: quinta, 20h, e sábado, 19h! em www.RadioMixBrasil.com.br ;

segunda-feira, 11 de junho de 2007

E a festança multimídia continua...

E aí, na paz?
Para encerrar o semestre com chave de ouro, armamos mais uma Discompasso com aquele clima informal de bar de faculdade pra trocarmos muitas figurinhas...
Se este blog aqui existe, é tudo culpa deste projeto, que visa levar informação e conhecimento, além de diversão por onde passa!!!
O resto é papo, vem pra pista...
Até!!!

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Conhece a Matramba?


Não sei se você já se ligou no logo da Matramba, em nossos pôsters e flyers da Wi-Funk... A fabricante de cartucheiras descoladas é uma das apoiadoras desta festa que faço com o DJ Daniel Cozta mensalmente no 8 Bar.

A marca sempre esteve envolvida na noite, dentro e fora de São Paulo. Seja dançando e rebolando na cintura da galera raver, ou seja na própria barraca que o dono Beto Araújo arma em grandes festivais. Por mais uma vez, este ano participou do Mercado Mundo Mix, inclusive dentro da tenda do mesmo no Skol Beats 2007. O Universo Paralelo também está na rota anual da loja...

Quem acessar o blog da Matramba a partir do dia 12 de julho, poderá conferir a sua trip pela Europa, como um diário de bordo. Vão reportar os festivais Sonica, na Itália e o português Boom, entre outros. Outra equipe fica por aqui pra participar da Tranceformation.

E você ainda vai ouvir bastante a Matramba nas pistas. Beto começou a promover festas esporádicas sob o mesmo nome, no Vegas. Em uma quarta-feira de abril, comandou a pista de baixo do clube da Augusta, festança na qual toquei no começo. Foi bem divertido, pois adoro tocar para públicos novos, testar percepções... E minha praia não é rave, cujo público maior da loja é este... e que anda bombando o Vegas às quartas, viu? Todo mundo rebolou house, breaks, minimal e grooves que toquei!!! Viva o ecletimo!

Nesta semana, a Matramba invade as duas pistas do Vegas, em parceria com o selo Tropical Beats. Agora que você já conhece mais um pouco, cola lá!!! E adianto que dia 26 de junho será a próxima Wi-Funk. George Actv e Dudão Melo serão os convidados para sets especiais!!!

terça-feira, 29 de maio de 2007

5a Aumentada & Schizophrenie para afogar as mágoas do PLAY

Depois de um final de semana tenso com a participação do Meu Nome é Carlos & DJ Marmitex na finalíssima do PLAY, concurso da Anhembi Morumbi que... não ganhamos... bora tomar o rumo!!! Parabéns aos vencedores e à Vivência & Eventos do Campus Vila Olímpia que promoveram um puta festival.

Quinta é dia da minha eclética residência na Casa Amarela, ao lado do top-veterano DJ DUDÃO MELO (Loveland, Superjazz, Sarajevo, Sky). Balada intimista para umas 300 pessoas num sobradão antigo, no final da Paulista com a Consolação (R. Minas Gerais, 367, R$ 10, às 23h);

Tocamos jazz-funk-soul e as novas sonoridades a partir daí, como funky-house, electro e breakbeats... A festa intitulada SCHIZOPHRENIE, conceito da querida Marcelle, questiona o sexo como produto de consumo na sociedade atual. Como?? Vai lá pra descobrir, ué.. adianto que rolam curtas na telona e clima de cabaré! Gosta de céu aberto e luz de velas? Lá é a cara!!!

Antes da night.. me apresento com o Meu Nome é Carlos, na hora do almoço - 12h45 às 13h20; Desta vez no Galpão do Campus Morumbi. É mais uma 5a Aumentada, projeto com talentos do curso Produção Musical. Faremos as mesmas três faixas que rolou no PLAY: "Pocket Calculator" (Kraftwerk), "Memorabilha" (Soft Cell) e "I Feel Love" (Donna Summer); Quem sabe rola ainda uma participação do Luis Lima, do grupo Hello Dali!!! (Av. Roque Petroni Jr., 630, Grátis);

terça-feira, 22 de maio de 2007

Dançando na rua, um brinde ao largo do Baruf!




No ultimo domingo, fui convidado para tocar no projeto Dançando na Rua, dos cultos DJs Robson e André Bacon. O encontro rola quinzenalmente pela força de amigos da música boa e underground, no largo do Baruf, em Carapicuíba, periférica zona oeste de Sampa. Foi ótimo ter participado e ainda mais ao lado de outro mente sana do techno, o DJ André Juliani (Máfia/Vegas). União faz a força, pessoas fazem a paz e os DJs o clima!!! O Cassimira, boteco do grande Marcelão, é 'O' local que agrega tudo isso... Um prazer a todos que estavam lá, mas que infelizmente não guardei o nome..rs!

segunda-feira, 14 de maio de 2007

I Mercadão Morumbi teve DJs aqui da casa


A um prestigioso convite da Vivência & Evendos do Campus Morumbi, fiz a seleção dos DJs para botar som no I Mercadão. Foi super gostoso unir a galera chegada à Discompasso (alguns já havima tocado na festa) para mostrar músicas de qualidade: jazz, soul, funk, hip hop, deep house e mais... Tão bacana foi conhecer artístas e estilistas da moda e do design que estavam expondo suas marcas!!! Novas amizades surgiram, aguardem por parcerias inéditas, viu?!?

domingo, 6 de maio de 2007

Garnier conta história...



Ressaaaaca geral pós-Skol Beats... Mas um dos motivos que me traz aqui nesse momento disco'ncertante foi o set do Laurent Garnier, ontem das 1h às 4h. Dos verdadeiros "mestres do vinil" do festival, o francês marcou mais uma passagem pelo Brasil com ecletismo. Ele é conhecido por não ver barreiras entre estilos musicais, filosofia esta do seu selo também, o FCOMMUNICATIONS.

E é da sua casa que saiu um dos momentos mais felizes do Skol Beats 2007, a música "The Man With The Red Face" (capa acima). Após rolar inteirinho este techno-jazz de sete anos atrás, Garnier quebrou as pernas (literalmente) com drum'n'bass em três faixas... Ele já havia tocado electro, minimal, deep house!!! Enfim, a palavra que traduz mais uma vez sua passagem por aqui é IMPREVISIBILIDADE... É nesta que os DJs brasileiros deveriam se apoiar e tomar o set dele mais uma vez como uma aula.

Neste sentido - de esperar o inesperado - , o DJ Q-BERT foi outro "mestre do vinil" que fez valer a pena. Funk-70 e hip hop oldschool costurados por scratchs ligeiros!!! Já as novidades que me despertaram interesse foram Nathan Fake com sua chuva 'acid' e cheia de sons acidentais (aphex twin foi brindado) e 20:20 Soundsystem com baixo e bateria mirabolando!!!

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Eliminatória do Play teve revival ao vivo!!!


Como hoje teve a minha apresentação junto ao live PA Meu Nome é Carlos, no festival Play (da anhembi morumbi/vila olimpia), gostaria de apresentar melhor o grande figura que me orgulha em estar do lado para criar minhas primeiras músicas...

Fizemos duas interpretações, tipo remix, para Donna Summer, "I Feel Love" (feat. Giorgio Moroder) e "Memorabilha", do Soft Cell. Na abertura, apresentamos nossa música 'sem nome', que tem o belo cello da Erica Manfredini, num lance mais experimental!

Escrevi no feriado o release abaixo, que se encontra na comunidade dele no orkut, também criada no Dia do Trabalho... Se você curtir as idéias, entra lá:
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=31642171


"Meu Nome é Carlos nasceu como reação ao doentio perfeccionismo do produtor Fabeo Firsoff. Se antes, ele mesmo não conseguia finalizar e mostrar músicas próprias, com seu projeto atual desconstrói parâmetros pré-determinados, libertando-se para os experimentos...Por trás de sua face cômica, habita a complexidade de uma mente inquieta que não vê barreiras entre estilos musicais. Porém, Meu Nome é Carlos é mais voltado para o berço do eletrônico, o oldschool, o industrial e à música "funky", "groove": para o corpo!!! O norte que joga todas estas misturas pra um lado único é sua espécie de ode a ´tosquice´! Espere, assim, por ruídos, discompasso e sons improváveis ao contexto estético de nossa sociedade: underground!"

E abaixo, uma 'rapidinha 'com o moço (rs):

Discompasso Blog - Como surgiu o Meu Nome é Carlos?

MNEC - Há uns dois ou três ou quatro anos atrás à partir de uma musiquinha "repentista" conhecida hoje como Nódulos Espaciais. No momento todos os meus "pseudônimos" já estavam ficando velhos e eu precisava de algo novo. Então quando o doutor Teixeira em um de seus atos de proeza por indução alcóolica pegou um violão e começou a cantar: "Meu nome é Carlos, Maria Regina venha cá". Eu soube que era exatamente o que eu queria. Daí foi só pedir a permissão.

MNEC - Discompasso Blog - E, como rolou, produzir suas músicas pelas primeiras vezes?

O lance de produzir músicas é bem anterior ao Meu Nome é Carlos. Eu sempre fui muito curioso em relação ao processo de criação de música eletrônica... sempre foi evidente pra mim que batida eletrônica não era algo "executado", mas coisas como 'drum machines' e 'step sequencers' nunca passaram pela minha cabeça. Antes da internet virar moda, esse tipo de coisa não era tão óbvia, então, quando adquiri meu primeiro computador no natal de 1997, comecei a brincar com o que tinha disponível de programinhas freeware e trial de edição e composição em MIDI... e o resto é mero experimentalismo que rola até hoje.

MNEC - Discompasso Blog - Qual relação você vê entre música e tecnologia?

Música e tecnologia..... Isso é mais subjetivamente filosófico do que objetivo. A tecnologia oferece recursos que possibilitam diversidades musicais impensáveis há muito tempo atrás. Digo até que todas as mudanças que ocorreram na música no decorrer do século XX foram em grande parte devidas à tecnologia. O fator filosífico da questão é se isso é para bem ou para mal. Rola uma polêmica em torno.
disso. Eu sou a favor dessa diversidade. Conheço quem abomina as facilidades tecnologicas que permitem a qualquer um produzir uma "pseudo-música" e até entendo o ponto de vista. Mas ainda assim, acho algo importante. É o reflexo de um mundo em mutação que se transforma cada vez mais rápido e essa mutação é característica. Faz parte da história contemporânea. A menos que não faça... =?

quinta-feira, 26 de abril de 2007

A energia do funk está viva!!!


Como foi falado no encontro com BANKS (leia tópico abaixo), o funk tem sido fundamental na história da humanidade desde os anos 60. Ajudando a cultura negra a se afirmar na sociedade, o estilo frenético pega também pelo coração qualquer pessoa que não resiste ao seu groove. E é convidada a cultivar a "dança da libertação"...rs

Percebo em alguns clubs e festas que frequento na noite de Sampa este mesmo sentimento. Principalmente nos projetos undergrounds, onde é mais fácil notar a sintonia entre as pessoas com a música, os DJs e etc...

Não a toa, ando muito feliz em ter começado anteontem a festa Wi-Funk, no 8 Bar. Vai rolar uma vez por mês, de terça, com um espírito de mostrar este tesão pelo funk, pela dança, pela energia de forma muuuderna, digital, eletrônica...

E como já disse o mitológico James Brown: "todo homem é poderoso"!!!

VALEU pessoal do curso (e de fora, claro) que compareceu cheio de sorrisos... De coração, agradeço também aos DJs, VJS e todos que estão acreditando neste ideal e permitindo o projeto de tomar sua revolução da paz!!!

Rebola, pula e transmite cultura!!!







Uma rápida mensagem não deixa minha mente calar, desde o papo em sala de aula com o b-boy BANKS, na sexta passada, dia 20. O precursor do break no Brasil foi palestrar a convite do Prof. Fernão Ciampa, que está abordando o Hip Hop neste semestre em sua disciplina Cultura e Produção Musical.

O contato com o mebro do pioneiro coletivo Back Spin levou pouco mais de 1h, com a sala cheia - estavam as duas turmas (A e B). Descobrimos as origens do estilo que faz cabeças e cinturas pela mensagem que passa e pela simplicidade em que é produzido: logo o nome significa rebolar (to hip) e pular (to hop). Falou-se então que foi pela dança que o hip ho chegou no Brasil... Salve Nelson do Triunfo!

De todo o produtivo papo, que mapeou as origens, raízes, fases e diversidades da cultura break, dentro e fora do Brasil, separei dicas importantes que o BANKS passou a nós, futuros produtores musicais da indústria:

- "Os guetos começavam a trocar as batalhas violentas das ruas pelas experiências positivas da arte. Com os primeiros desafios de rimas, o rap (ritmo e poesia) imperava de vez"
- "Mesmo sem estudos acadêmicos, vou além. Sabendo que informação não é conhecimento, vou além do que é oferecido pelo sistema. O auto-didatismo da rua me fez chegar a consciência global, me deu infinitas lições e ensinou a me situar no mundo, por isso não sou vítima da pirâmide social"
- "Hoje em dia, é muito fácil fazer música com as novas tecnologias. Difícil é não ser banal. O mercado precisa de produtores autênticos, verdadeiros. Como produtores, vocês devem respeitar a diversidade, a misceginação".

Aííí... ao final, com todos plugados em suas idéias sensacionais, ele deu uma palinha, fez uns movimentos e assumiu que está com dores nas costas - coisa de veterano, né?!? Super humilde, ele é um bom exemplo para nós... A visita marcou muito, pelo menos pra mim!

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Fotos da Discompasso 2: lado-A!



Nós vemos as festas como um espaço ótimo pra difundir culturas, artes, crenças e paixões... Você precisava ter lido pelo menos as manchetes das matérias que separamos, mas nas próximas, outras novas e boas estarão garimpadas e expostas.





Chegue perto e divirta-se com as ramificações da música eletrônica, que dentro de um contexto, a partir dos anos 80, assim como a facilidade do hip hop, samplers & etc virou o vírus da mulecada, que cria novos nomes e gêneros a cada semana em seus quartos! Os grandes DJs Camilo Rocha e Renato Lopes são responsáveis por umas camisetas próprias com esta histórinha...


A bancada dos flyers é um espaço aberto pra você divulgar sua festa... Recebemos ali com este espírito o DJ Abstrato, que faz a Dissonante com o pessú do curso Produção de Música Eletrônica e DJ, lá do Campus Bresser. Aliás, a primeira festa deles rola na sexta agora, dia 20.





Os tecidos sempre presentes nas minhas festas, e agora na Discompasso, foram pintados pelo artista plástico Saulo Mota, presidente da Autvis (www.autvis.org.br), um 'big fish' da cena das artes visuais de Sampa.





O Bar do Alemão, logo no início da noite, só aguardando a galera! Agradecemos a Vita Eventos (www.vitaeventos.combr) e seu coordenador Bruno Pintucci, que nos locou gratuitamente os equipamentos de iluminação, porque aposta no espírito coletivo & artístico da Discompasso. Um salve também para o DJ Felipe, da De Leon Produções, que apoiou também, por sua vez com os CDJs.







Eu e a querida Alê, uma das designers e parceiras do pró-DA Fábrica. Parecemos ETs?!? rs.. Verde é esperança, prosperidade... Assim que caminhamos construindo o futuro próximo da Discompasso, inquietamente!





O DJ Tiago Du Ar, como eu (e muitos) já esperava pelos nossos bate-papos musicais no intervalo, arrasou com seu bom gosto em toques latinos e brasileiros bem variado e multi-cultural! Mais um da família Discompasso que tem o groove na veia.




Tão legal foi seu set de abertura, que voltamos para um duelo ("back2back": quando 2 DJs tocam juntos) no final da festa. Rolou bastante hip hop experimental e funk eletrônico! O Du Ar tocou no dia seguinte no chill-out da rave Kaballah com seu grupo BAQUE EN BIT, também altamente recomendável...

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Tem Fôlego depois da festança?


Quem quiser conferir meu lado mais "pista" após a Discompasso 2, está mais do que bem vindo a Sunday Away, domingueira a dentro. Enquanto sexta no Bar do Alemão vai ser um set mais sussa, com experimentos ao lado das artes dos desenhistas e VJs, a balada no Tostex é forte. Veja você mesmo o line-up e pegue suas coordenadas no flyer!
Music.4.ever!!!

terça-feira, 10 de abril de 2007

Imprima o flyer e tenha desconto!!!


Apresente o flyer impresso e pague apenas 3 pratas pra entrar no universo Discompasso!!!

Discompasso 2 é sexta agora!!!



Chegou mais uma edição da nossa filha!!!

Este é o pôster. Amplie aí e veja a trama que foi criada para dar sequência com mais uma festança multi-cultural...

Até!

Páscoa no Lov.e teve de jazz a clássicos do techno











Entrar no clubinho do coração de Sampa aos sábados, sem passar pela sua "nova" ala Loveland é um grande vacilo... Descubri isso agora no sábado de aleluia, após ouvir o afinadíssimo DJ Dudão Melo com nu jazz & grooves e a banda Hotel Plaza, com standars pop em versões deliciosas.

O Dudão me contou que toca todo sábado lá sua mistureba criativa e que boa bandas "sempre estão rolando". Ele é residente também da Superjazz, as tais sextas insanas no Sarajevo. Funk-soul, nu jazz, broken beat, drum'n'bass... Uma porrada de som de qualidade com alma "black" e um pé na eletrônica que amamos!!!

Deeeeepois de boas doses de jazz e algumas de suco de laranja (estava gripado demais..rs), fui ao meu destino inicial: a pista do Lov.e, onde rolava a festa Lov.e Express.
Eu imaginava que a DJ top-carisma Mara Bruiser estaria recebendo DJs em sets de clássicos do techno, mas a diversidade imperou muito além de sons de pistas... E o resultado? Ótimo!!! U2, Madonna e Clash, entre outros, fez todo mundo cantar junto, sorrindo, mais no começo...

Era o DJ Bunnys, que depois voltou ao final, arregaçando com hardcore techno, acid house e clássicos 'ravers' junto com a Mara!!! Teve até Josh Wink, a "Higher State of Consciousness". Culpa do produtor-DJ Alex Strunz, que estava na pista implorando comigo pela mesma... =P

A edição "I Lov.e 80's" da festa do inquieto promoter Hermes também ficou marcada pelo live PA que o Nori fez... O mano mandou suas versões de hard techno feitas a partir de sons memoráveis das pistas. Sua colagem do sample de "Pump Up The Volume" (M/A/R/R/S) não saiu na minha cabeça até o final da páscoa.. É isso, pump up the volume, pump up the volume, pump up the volume, pump up the volume....