quarta-feira, 31 de outubro de 2007

How do U funk the system?

Dupla em ação na abertura da festa de 10 anos da Caros Amigos

Toda quarta, deixam a Vila Madá pra lá de Super

Prestes a tocar na Motherfunk vs Wi_Funk no sábado, o DJ Alquimix fala sobre a (r-)evolução do (((Funk The System))) e os atuais projetos, que junto ao DJ Wash, balança pistas e chill-outs de festas e festivais Brasil adentro com um jeito bem único, criativo e cheio de grooves sortidos. É nítida a missão da dupla, que bebe na fonte dos mandamentos funk da música de James Brown - energia positiva, rítmo frenético e o despertar da consciência coletiva a partir da festa, do baile...

_Discompasso - Conte sobre o ecletismo que vocês abrangem nas discotecagens. Será assim na Motherfunk vs Wi-Funk? DJ Alquimix - Sim. Nosso projeto busca ter uma amplitude dentro do Eixo de Grooves e Funk. Passamos por diversas épocas, estilos e lugares. Reispeitando as Tradições e criando o Novo. Estamos felizes de se apresentar na Motherfunk vs Wi-Funk, q tem este perfil representado nos 2 projetos. Pra gente o importante é sacar o lugar, e fazer um Som que comungue com a Filosofia e vibe do local, mas sempre apresentando um contraponto novo.
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_Discompasso - Através de seu grande envolvimento com a cena de chill-outs, como você tem percebido a importância deste espaço nas raves Brasil à fora? DJ Alquimix - Fundamental, principalmente nas festas de mais de um dia. É um espaço de vital importância para balancear a energia das Festas. E as pessoas já perceberam isto. Hoje já temos uma Cultura nesse sentido no Brasil, que evoluiu bastante, e ainda tem muito mais pela frente. Mas ouso dizer que pelo menos do ponto de vista Sonoro, o Brasil ocupa uma posição privelegiada na cena planetária.
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_Discompasso - Qual é a missão do Funk The System? DJ Alquimix - A 'missão' é divulgar o trabalho e pesquisa sonora Groove Funk e promover uma série de atitudes que colaborem para o amadurecimento e conexão da cena Groove Brasil, para apartir disso gerara intercâmbio com a cena Planetaria. Cuidar, fazer crescer o movimento Groove Funk.
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_Discompasso - A Super JAM é sua primeira residência em São Paulo? Como estão as expectativas? DJ Alquimix - Da Dupla (((Funk the System))) sim. As expectativas, as melhores SEMPRE! Estamos tranquilos. Estamos trabalhando muito, fazendo bem nossa parte. O resto vem com o Tempo e por merecimento. Nosso foco é trazer música diversa e de qualidade, par um público que tem interesse nisso e vive buscando isso.
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Motherfunk vs Wi_Funk @ Hole Club
Sábado, 3/11, a partir das 23h
Line-up: TiM ADaMs, DuDdão MeLo, (((FUNK THE SYSTEM))), DJ MaRmiteX vs DaNiel CoZtA; VJs VAI VENDO + B-Boy Feijão & Crew + Alexei M. teclado-live (BPM/B.H.)
PREÇOS: R$ 12,00 (M VIP até 1h)LISTA VIP-AMIGA = 10 pratas (repply us)
HOLE CLUB (R. Augusta, 2203, 3086-1083, próx. à AV. Paulista)

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Renato Cohen descola TOP-5 de disco underground !!!


Como os fãs já aguardavam, Renato Cohen em set de disco music foi um ABSURDO na última Discology!!! O top producer de techno mostrou muita inspiração em fortes linhas de baixo e cozinha rítmica swingada com BPMs por volta de 125, até que "acelerados" considerando que é disco music e festa de clássicos, né?


Ele não parou de dançar um só segundo... além da pista, que estava bem cheia e quase cega com a nova iluminação non-sense do Vegas!!! Foi uma noite especial, como todas Discology sugerem ser... O prof. Fernão Ciampa tava apavorando nas projeções de imagens de capas de discos com seu coletivo Embolex. =P


Sem muito saber do que saiu do sound system -além dos hits "Rock It" (Herbie Hancock) e "I Feel Love" (Dona Summer), pedi ao Cohen um top-5 do que ele aprontou. Ele, que disse ter dado uma comprimida no áudio das faixas antes da apresentação, foi super legal e mandou:


1 Airto Fogo "Tuesday in Jackson"

2 Class Action "Weekend" **

3 Rinder & Lewis "Anger"

4 Players Association " I like it"

5 John Davis and The Monster Orchestra "I Can't Stop"

** Dá para ouvir esta no blog da Clau Assef, residente da festa ao lado do Camilo! Aqui: http://rraurl.uol.com.br/blogs/tododjjasambou/275/Renato_Cohen_e_a_disco_music

Instituto Moreira Sales é o canal !!!

Já é!!! Boa parte das músicas disctutidas/ouvidas nas aulas do prof. Ricardo Castro, "Música Popular do séc. XX", se encontram no site do Instituto Moreira Sales. O forte do acervo é a música brasileira. Jazz e blues, acho que não rola.

>>> www.ims.com.br <<<

Valeu ao JEDAI. A dica foi dele =P

Enquanto a Anhembi não disponibiliza material auditivo na WEB e o professor teima em não abrir mão do seu material, este é um dos caminhos pra gente se virar...
O blog está aberto para mais boas como esta!!!

www.anhembi.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Quem é o Semiotic, você ainda não sabe?


Depois de compartilhar seus breaks rebolantes e seu wonky-techno hilário na última Discompasso, o Semiotic bateu um papo aqui com o blog!!! Saiba mais sobre a cena que o cerca e veja acima, fotos dele em ação na bagunça de sexta passada, no Bar do Alemão. Quem perdeu, perdeu.... Mais fotos (e fatos) em breve!!!

1) DISCOMPASSO - Como surgiu a idéia do nome Semiotic? Tem alguma relação com a ciência das linguagens, a Semiótica?

SEMIOTIC - Sim, na verdade o nome surgiu da Semiótica. É uma matéria que tive na faculdade, no curso de publicidade, e que me fascinou muito, por lidar com as interpretações de símbolos, signos, e as diferentes percepções do ser humano sobre tudo que o rodeia. Daí até a associação com a música e suas percepções foi um pulinho, hehe.

2) DISCO. - Quais DJs e produtores foram os seus principais "educadores"? Que festas que você mais frequenta (ou frequentava)? Como é a cena de wonky techno de São Paulo, dá pra falar algo a respeito?

SEMI. - Os maiores nomes do wonky estão espalhados na Europa, e dentre os que mais me inspiram estão o Jerome Hill (criador do wonky techno), Michael Forshaw, Cannibal Cookibg Club, Carsten & Recall 8... são muitos, e o legal é que todos eles tem uma amizade muito forte, e uma receptividade muito boa também... Mantenho contato com praticamente todos os nomes que fazem a cena mundial, e digo que este é um diferencial bem bacana, o Wonky em si é muito aberto, muito amigável. Lá fora tenho bastante apoio também do Trevor Wilkes, do Canadá, que divulga muitas das minhas músicas e meus sets também, ao lado de nomes como Mahatma, por exemplo. Aqui no Brasil não temos uma festa específica de wonky, nossa cena é muito nova aqui. Sou o único cara do Brasil que faz live pa de wonky e meu irmão, o Dj Outsider, é um dos únicos que fazem dj set. nós lutamos pra apresentar esse som e seu conceito em vários tipos de festas diferentes, no geral, festas e raves de techno tem sido bastantes parceiras nesse sentido, mas ainda falta muito para termos uma cena sólida, que encorage novos djs.

3) DISCO. - Você chegou a discotecar antes de montar o live? Como, na real, surgiu o projeto? Em quais clubes você se apresentou com o Semiotic?
SEMI. - Me formei disc jockey pela Fieldzz records em 2002, tocando drum´n´bass, depois de 2 anos comecei a tocar hardcore techno e gabba, que é uma vertente muito rápida e pesada. Em 2005 me vi um pouco encurralado a continuar discotecando, porque o preço dos vinis importados era(e ainda é) muito alto, então decidi que ao invés de "comprar", eu iria "fazer" minhas próprias músicas. No final do ano de 2005 conheci o som do Jerome Hill, que estava morando aqui no Brasil, e também foi quando o Michael Forshaw veio tocar na TEMP, e eu conheci o som dele, e decidi que seria isso que eu iria pesquisar e produzir... meses depois conheci pessoalmente o Jerome Hill, que me deu uma força também. Hoje, com um ano de meio de projeto, já me apresentei em festas como A.13!, Planeta Tech, Snootech, Lov.e, Churrastechno, Play (Anhembi Morumbi), Descontrol, Juke Joint, Toy Lounge, Artigo 288, dentre outras...

4) DISCO. - No concurso PLAY, da Anhembi (que você levou merecidamente o prêmio - o 2o lugar), vi você fazer scratchs. Como você vê a relação do techno com o hip hop e o breakbeat?
SEMI. - Ah, o hip hop sempre foi uma paixão, desde pequeno. Porém eu participei mais ativamente da cultura hip hop no graffitti, em meados de 2001. Como o som já fazia parte também do nosso cotidiano, arriscando uns passos de break, assim que eu peguei o meu primeiro toca-discos a reação foi tentar um scratch. Gosto bastante de treinar em casa, e usava muitos scratchs também quando tocava DnB, hoje em dia faço um ou outro pra matar saudade, porque o live me toma muita atenção (rsrs)

5) DISCO. - Qual é mesmo o seu set-up atual? Porque montou assim?

SEMI - Cara, falar do meu setup é difícil, porque a história foi bem longa... Quando decidi tocar eu já tinha meu PC a alguns meses, porém ele não tinha a mínima preparação para a música, e como eu não tinha (e ainda não tenho, rs) recursos financeiros para ter um laptop, levava minha CPU e um monitor de 17" toda vez que ia tocar. Depois de vários perrengues (inclusive no Play, onde passei apertado com meu equipo) decidi deixá-lo mais prático e personalizei ele. Hoje tenho o que eu chamo de 'Pobretop', que nada mais é que uma mini CPU com um monitor LCD parafusado (não, o monitor de 17" antigo não era LCD!) e uso também um controlador midi da M-audio, além de um manche de vídeo-game e uma máscara de pintura com um microfone adaptado. Hoje estou com um set-up bem mais confiável, mas nada exorbitante... não passa de um PC igual ao que todo mundo tem em casa, só que rodando o Ableton Live. :)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Bolso de música!

O fino do fino do fino...



O que esperar de um site/projeto audiovisual que promove música para ver e vídeos para ouvir??



E "que quer produzir uma apresentação "ao vivo" onde ela provavelmente não aconteceria - ou, se acontecesse, onde não haveria uma câmera para registrá-la"?



Descobri há algumas semanas mas ainda não me joguei a fundo...



http://www.musicadebolso.com.br/

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Sétima edição já está rolando no boca-boca!!!


A Discompasso 7, que rola sexta agora, já está espalhada em cartazes pelo Campus Morumbi.
Clique nele e se informe, assim como as pessoas estão fazendo nas paredes.
Entre amanhã e quinta rola o aguardado II Mercadão Morumbi (moda & design) lá dentro do galpão e a Discompasso estará marcando presença, claro. Faço meu set na quinta, às 21h... E antes, o Hello Dali toca às 18h. É isso, semana agitada!!! Vale lembrar que na sexta a Discompasso acontece fora do Campus - logo atrás.
Discompasso vol.7 @ Bar do Alemão
Sexta, 19/10, a partir das 18h
Entrada LIVRE
R. Santo Arcádio, 113, Brooklin (logo atrás do
Campus Morumbi da Anhembi)

sábado, 13 de outubro de 2007

DUB/LADO vale a pena!


No mínimo, é bem divertida a proposta do novo projeto DUB/LADO, encabeçado pelo inquieto multi-instrumentista Thiago Lester. Ele conseguiu reunir Thiago Duar (Araruna Nujazz), Rafael Pimenta (Expresso Monofônico) e Tales Mafrinato nas guitarras para uma espécie de remix ao vivo. A estréia rolou há duas semanas na 5a Aumentada do Campus Morumbi da Anhembi.

No reverberante galpão, Lester assumia a batera e disparava o seu baixão pré-gravado no laptop bem no clima reggae/dub. E a ciência (des-)construtiva do dub também marcava presença nos improvisos dos músicos que tocavam sobre longos samples disparados no PC (de Michael Jackson à Eminem, só o over do pop).

Poderia ser qualquer outro grupo de cover... Mas com criatividade e desencanação de fórmulas, o projeto foi além - quase que sem pretenções na verdade. Misturou linguagem pré-programada da cultura DJ/LIVE PA com banda ao vivo - e que banda! E sem vocais (!!!), contou com a dublagem quase teatral de ninguém menos que Meu Nome é Carlos.

Vida longa a projetos tão criativos como esse!!!

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Mudanças na Discology vs Quebrada!!

O aniversário de dois anos das festas no Vegas não terá mais a figura lendária Larry Heard, que aqui celebramos o anúncio de sua vinda...
Porém... mais um line-up nacional pra lá de instigante. Além dos residentes Camilo Rocha, Claudia Assef: Renato Cohen, DJ Hum e Oscar Bueno. Nas imagens, o crew de VJs Embolex. RENATO COHEN, um dos mestres do techno brasileiro, vai mostrar suas influências com direito à muito disco music!!!

A DISCOLOGY foi criada há quatro anos por Camilo Rocha e Claudia Assef. Depois de passar por Bop e Lov.e jogou sua âncora no Vegas. A idéia da noite é resgatar toda a boa música da pista de dança dos anos 70 aos 90, da acid house à disco, do rock ao hip hop, do electro ao tecnopop. Nesse tempo, a festa teve o privilégio de ter nos seus line-up o que poderia ser definido como um Dream Team da discotecagem brasileira de todos os tempos: nomes como Marky, Murphy, Patife, Snoop, Mau Mau, Grego, Vadão, Pet Duo, Zegon já vieram mostrar suas antiguidades nas nossas pick-ups.

Na pista de baixo funciona a QUEBRADA, que se consolidou como uma das noites mais ecléticas do país. Seu foco é a nova música eletrônica de qualidade, seja electro, breakbeat, techno, new rave, house etc.